Como toda trilha, precede de grande expectativa, nesta não foi diferente. A organização por conta do Nicoletti, o Tonche, responsável por manter as viaturas em condições de cumprir a meta traçada e, eu como sempre responsável pela parte financeira, cobrando uns e outros, fazendo contas, pechinchando, efetuando os pagamentos, etc..

 

                                               Chegou o dia, destino  imediato a cidade de Registro, onde iríamos dormir em um hotel e levantar âncora no dia seguinte, bem cedo.

                                               Saímos de Sorocaba, um pouco atrasados por conta de alguns participantes, mas correu tudo bem este primeiro trecho até Registro.

                                               Depois de tomarmos um lato café da manhã iniciamos a nossa aventura rumo à Pariqueraçu (acho que é assim que escreve) e de lá para o Ariri. Este é um longo trecho de terra batida até o início da trilha.

                                               Finalmente chegamos. Máquinas preparadas, participantes ansiosos e um pouco de chuva, o que ainda mais nos animava e assim foi o nosso começo de trilha. Obstáculos intransponíveis para a maioria dos veículos existentes em nosso país, todavia, não para as nossas máquinas e, assim, com a experiência dos pilotos e a sagacidade dos nossos navegadores, fomos vencendo um por um dos obstáculos que se apresentava. Passamos por inúmeros atoleiros, depressões, erosões, locais com pedras enormes, enfim, todo tipo de obstáculo, o que torna esta trilha uma das mais técnicas que nós realizamos.

                                               Sempre fomos acompanhados de perto pelo Senhor Henrique, morador do local que sempre nos acolhe e indica as melhores alternativas para superarmos os desafios.

                                               Durante todo o trajeto, sempre com competência e solidariedade de todos, conseguimos chegar até o final da trilha sem maiores problemas.

                                               O nosso querido amigo André, durante o trajeto, sofreu com as dificuldades de conduzir a sua Defender, sem embreagem, visto que sofreu avarias que não seriam possíveis de reparo. De parabéns o André que trouxe a sua máquina até Sorocaba, sem a embreagem.

                                               O Willian também passou por alguns problemas, dentre eles um pneu inutilizado nas pedras.

                                               Enfim, chegamos a Guaraqueçaba, nos instalamos no hotel da Cidade e saímos para comer alguma coisa e encontramos uma Mercearia, já conhecida por alguns integrantes da expedição e passamos ótimos momentos naquele local, tomando uma cervejinha, comendo algumas porções e ouvindo música, tendo como Cantador E violonista o Branco, auxiliado pelo Mauro, que soltou a voz.

                                               No dia seguinte amanhecemos com uma tempestade e, após alguma limpeza possível nas viaturas, rumamos para Morretes, onde apreciamos a famosa Barreada.

                                               Depois da farta refeição saímos rumo a Curitiba, pois ainda pretendíamos visitar a feira de Hot Hod, da qual estava participando o nosso amigo Romano. Chegamos tarde e não conseguimos visitar o recinto de exposição. Paciência fica para a próxima.

                                               Após merecido descanso, no dia seguinte iniciamos o retorno para a nossa querida Sorocaba, todos ansiosos para o encontro de seus familiares.

                                               Parabéns a todos que integraram essa trilha, 19 pessoas no total, dentre elas O Pedrinho, O Samuel, ainda crianças e os adolescentes BRUNO e GUSTAVO. São estes que certamente darão continuidade nos nossos sonhos de pilotar um 4x4 em grandes aventuras.

 

Texto: Pedro Luiz Alves de Carvalho

Fotos: Gustavo , Branco e Willian

 

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